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A palestra “Se não for para servir, para que eu sirvo?” trouxe um momento de reflexão e valorização para quem faz Albertina acontecer.
Quando a correria diminuir e o tempo passar, o que permanece não é o cargo, é a marca que cada atitude deixa na vida das pessoas.
Em Albertina, a rotina de quem trabalha no serviço público é feita de detalhes que, pra muita gente, parecem pequenos… mas mudam destinos. Uma orientação dada com paciência. Um atendimento que acolhe. Uma escuta que acalma. Um cuidado que chega na hora certa. Uma solução que destrava a vida de alguém. É nesse “todo dia” que a cidade se constrói de verdade, e é aí que o servidor público vira parte da história do município.
Foi com essa mensagem que a palestra “Se não for para servir, para que eu sirvo?” reuniu servidores para um encontro marcado por reflexão, aprendizado e fortalecimento do sentido do servir. Mais do que uma fala motivacional, o momento trouxe um lembrete profundo e necessário: servir é um ato de humanidade. É uma escolha diária de fazer o certo, mesmo quando ninguém está olhando. É trabalhar com responsabilidade, com respeito e com coração, entendendo que o resultado do serviço público vai muito além de números e tarefas … ele aparece no bem-estar das famílias, no cuidado com as pessoas e na confiança que a população deposita na gestão.
A palestra reforçou que a missão do servidor público não nasce do “status” de um cargo, mas do impacto silencioso de quem faz o seu melhor pelo coletivo. Em uma cidade, o desenvolvimento não acontece só com obras e investimentos: ele acontece também com postura, com ética, com comprometimento e com a forma como cada cidadão é tratado quando procura um serviço. E, nesse ponto, o servidor é essencial, porque é ele que representa, na prática, o que é uma gestão presente, humana e responsável.
O encontro também foi um espaço de valorização de quem vive a realidade do atendimento e da dedicação diária: profissionais que caminham de um lado para o outro, resolvendo demandas, lidando com urgências, ouvindo histórias, encarando desafios e mantendo a cidade funcionando. Gente que aprende na prática que o serviço público é, sim, missão. E que a missão só vira legado quando é feita com propósito. Afinal, quando um servidor entende o valor do que faz, ele não apenas executa uma função: ele entrega dignidade, segurança, cuidado e direção para a vida de muita gente.
A mensagem central foi clara e tocante: uma cidade cresce de verdade quando existe gente disposta a servir com consciência. E servir, nesse contexto, não é “fazer favor” é exercer um papel fundamental na construção do futuro. É ter responsabilidade com o presente, sabendo que cada decisão, cada atendimento e cada atitude ajudam a formar a Albertina que as próximas gerações vão herdar.
Ao final, ficou um sentimento forte de pertencimento e de propósito renovado: o servidor público é um pilar vivo da cidade. E quando o tempo passar, quando as rotinas mudarem e novas pessoas assumirem os postos, o que vai ficar é a marca do que foi feito com humanidade. É isso que atravessa o tempo: o legado.
Leonardo Constancio,
Assessor de Imprensa.
Prefeitura Municipal de Albertina/MG
Felipe Teodoro Sanches, Prefeito
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Albertina segue sendo construída no dia a dia, com organização, cuidado e trabalho de verdade.
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