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A Prefeitura de Albertina reforça orientações sobre a leptospirose, doença infecciosa grave que pode ser transmitida em contato com água, lama e superfícies contaminadas.
A Prefeitura Municipal de Albertina reforça um alerta importante de saúde pública: a leptospirose é uma doença infecciosa grave que pode atingir qualquer pessoa quando há contato com água, lama ou superfícies contaminadas pela urina de roedores, especialmente em situações de maior umidade e acúmulo de sujeira. Mais do que um comunicado pontual, esta orientação vale para o cotidiano, porque a prevenção é simples, eficaz e protege famílias inteiras. O objetivo é informar com responsabilidade e incentivar cuidados práticos, sem gerar alarme e sem transmitir a ideia de descuido com a cidade. Trata-se de um tema de saúde que pode acontecer em diferentes lugares e realidades, e a informação correta é sempre o melhor caminho.
A contaminação acontece quando a bactéria presente na urina de ratos e outros roedores encontra caminhos para chegar ao corpo humano, principalmente por meio de pequenos cortes na pele, arranhões, feridas, mucosas ou contato com olhos, boca e nariz. Isso pode ocorrer em alagamentos, enxurradas e contato com lama, mas também em situações comuns do dia a dia, como limpeza de quintais, áreas externas, depósitos, garagens, terrenos, locais úmidos, bueiros, lixeiras, entulhos, caixas e objetos armazenados em áreas com presença de roedores. Até a água que escorre pela rua em dias de chuva pode oferecer risco se houver contaminação nas superfícies por onde ela passa. Por isso, a recomendação principal é reduzir ao máximo o contato com ambientes e materiais que possam estar contaminados e, quando não houver alternativa, adotar proteção adequada.
A prevenção começa com hábitos básicos, porém muito eficientes. Evitar contato direto com água parada, poças, lama e enxurradas é uma das medidas mais importantes. Quando for necessário realizar limpeza após sujeira, umidade ou contato com água de rua, o ideal é utilizar botas e luvas de proteção, reduzindo a chance de a bactéria entrar em contato com a pele. Após qualquer possível exposição, é fundamental lavar bem as mãos e o corpo com água e sabão, trocar roupas e higienizar adequadamente calçados e objetos utilizados. Também é essencial manter os ambientes organizados e limpos, sem acúmulo de lixo, restos de alimentos ou ração exposta, e com lixeiras tampadas. Alimentos devem ser armazenados em recipientes fechados e locais que reduzam a atração de roedores. Outro ponto importante é a atenção às crianças: elas não devem brincar em lama, água de enxurrada, poças ou áreas próximas de bueiros e locais úmidos, principalmente após chuvas, pois o contato pode ocorrer de forma involuntária e a contaminação pode acontecer sem que a pessoa perceba no momento.
Além das orientações do que fazer, vale reforçar o que deve ser evitado. Não é recomendado atravessar água ou lama “só para passar mais rápido” quando houver alternativa, nem realizar limpeza de barro, esgoto, entulho ou áreas alagadas sem o uso de proteção. Em nenhuma hipótese a automedicação deve ser adotada diante de sintomas, porque o diagnóstico e o tratamento corretos dependem de avaliação profissional. A leptospirose tem tratamento e, quando iniciado precocemente, pode evitar complicações graves. É exatamente por isso que reconhecer os sinais e buscar atendimento rapidamente é uma atitude que salva vidas.
Os sintomas iniciais podem se confundir com outras doenças, o que aumenta a importância de observar o corpo e considerar a possibilidade de exposição. Entre os sinais e sintomas mais comuns estão febre alta, dor de cabeça, dores musculares fortes — especialmente nas pernas e nas costas — calafrios, mal-estar, náuseas, vômitos, diarreia e olhos avermelhados. Caso a pessoa tenha tido contato recente com água suja, lama, esgoto, limpeza de ambientes com sinais de roedores ou outras situações de risco, a atenção deve ser ainda maior. Quando esses sintomas aparecem, a orientação é procurar a Unidade Básica de Saúde para avaliação, principalmente se houver piora rápida do quadro.
Existem sinais que indicam gravidade e exigem atendimento imediato. Entre eles estão olhos ou pele amarelados, urina escura ou em pouca quantidade, falta de ar, sangramentos, confusão mental ou sonolência excessiva. Esses sinais podem indicar comprometimento importante do organismo e não devem ser ignorados. A rapidez na busca por atendimento faz diferença no desfecho e aumenta as chances de recuperação sem complicações. A Prefeitura reforça que o cuidado com a saúde deve vir sempre em primeiro lugar: sentir sintomas e esperar “passar sozinho” pode ser perigoso. Em suspeita, procure atendimento.
Albertina segue trabalhando com responsabilidade e atenção à saúde pública, orientando a população com base em informações seguras, para que cada morador tenha clareza do que fazer. Prevenção é uma construção coletiva, feita de atitudes simples e conscientes, que reduzem riscos e fortalecem o cuidado com a cidade e com as pessoas. O recado é direto: evite contato com água e lama suspeitas, proteja-se ao limpar locais úmidos ou sujos, mantenha o ambiente organizado e, diante de sintomas, procure a UBS. Informação correta, atitude rápida e cuidado diário são o caminho para manter Albertina segura e bem cuidada.
Leonardo Constancio,
Assessor de Imprensa.
Prefeitura Municipal de Albertina/MG
Felipe Teodoro Sanches, Prefeito
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